domingo, 12 de outubro de 2014

PSB e Roberto Amaral


            
Dario Franco

                 Roberto Amaral, presidente do PSB, publicou ontem,  sábado 11, uma carta em que fala do suicídio político e ideológico do PSB ao apoiar a candidatura Aécio no 2º turno do pleito 2014.

               Ora, convidar Marina para o PSB foi inequivocamente oportunismo eleitoral do finado Campos (ou o gesto tem outro nome¿). 
                O mais é detalhe de cena.
                Roberto Amaral acatou aquele chamado; calou-se no enterro; e depois anunciou a Marina Silva como herdeira do espólio do coronel enterrado sob as manifestações políticas muito oportunas para o parto e para a entronização do novo mito no desgastado panteão de heróis fabricados. 
               Falar, escrever, gritar e espernear agora é inócuo para preservar o partido. A frivolidade da agremiação PSB já estava exposta e tinha superado todos os limites da decência política. O suicídio político e ideológico aconteceu quando da entrada da pastora acreana no partido.
               A verdade contundente é que, para permanecer vivo, o coronelismo matou o PSB. Vá pra casa, Roberto Amaral, você fracassou.
               O PSB exibiu o que sempre foi: mais uma agremiação cartorial.
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