sábado, 23 de setembro de 2017

Denilson Jackson



                                                                                       

                                                                                       Dario Franco




Em tempos de fotografia digital – até o final de 2014 o Brasil era o 6º mercado de smartphone – registra-se tudo e mais alguma coisa.
E em meio a tanta fotografia, ontem eu me deparei com um artista, Denilson Jackson, que, com um celular, põe arte onde a gente apenas tenta. Vi duas fotografias dele aqui no Facebook.
Não o conheço pessoalmente, mas é um gigante de sensibilidade e de simplicidade. Com uma modéstia que nos leva ao paroxismo, Denilson põe de lado a sua sensibilidade e descarrega o mérito do belo na tecnologia possível da foto do pôr de Sol no Porto de Baía Formosa que me extasiou: “foi só jogar um efeito HD pra dar um destaque, e aumentar a saturação pra dar vida às cores”, escreveu ele.
E onde se escondeu o artista que prendeu a respiração e meticulosa e caprichadamente escolheu o ângulo da paisagem, e clicou com leveza o botão que deixa a luz entrar para nos dizer: foi daqui que eu vi?
Fiquei orgulhoso de você, Denilson Jackson.
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